© ICRC/ref. SV-D-00044-01
Em 1859, o banqueiro suíço, Henri Dunant testemunhou a terrível realidade dos soldados feridos que permaneciam sem assistência no campo de batalha em Solferino. Sua iniciativa de garantir segurança aos feridos e doentes foi logo seguida da assinatura da Convenção de Genebra de 1864.
Ao longo da história essa proteção foi continuamente refinada e se transformou em um regime legal detalhado com a adoção das Convenções de Genebra de 1949 e os Protocolos Adicionais de 1977.
A Convenção I de Genebra contempla os feridos e doentes, a Convenção II estende sua proteção aos náufragos. Esses tratados determinam que os feridos, doentes e náufragos devem ser protegidos e respeitados durante o tempo em que abstenham do combate. Além disso, as pessoas que prestam assistência não podem ser impedidas de realizar sua tarefa.