
Durante muitos séculos, o envenenamento e a propagação deliberada de doenças têm sido objetos de repúdio público; estão proibidos em varias culturas, religiões e tradições militares.
Apesar dessas normas amplamente reconhecidas, por muitas razões é conveniente aumentar a vigilância. Os avanços nas ciências biológicas, a maior difusão dos conhecimentos neste âmbito, o uso de antrax para implantar o terror em 2001, justificam a preocupação de que as restrições impostas há bastante tempo acerca do uso de armas biológicas sejam ignoradas ou menosprezadas. Além de tudo, vários informes confirmam que alguns Estados continuam desenvolvendo clandestinamente programas de armas biológicas ofensivas.
O CICV considera que o uso de agentes biológicos com o objetivo de causar doenças, provocar a morte ou implantar o terror, são atos repulsivos. Esses atos devem ser condenados universalmente e estão proibidos pelo Protocolo de Genebra de 1925 e pela Convenção de 1972 sobre armas biológicas. Essa Convenção proíbe, também, o desenvolvimento, a produção, o armazenamento e a transferência de armas biológicas.

Veja também Biotecnologia, armas e humanidade, uma iniciativa do CICV de setembro de 2002.
Sites relacionados: Programa de Harvard-Sussex relativo à Convenção sobre armas biológicas, armamento e limitação de armas
Os links destacados en negrito levam a documentos em inglês