Notícias República Democrática do Congo: CICV facilita liberação de dois soldados 18-9-2009 Comunicado de imprensa 20-4-2009 Comunicado de imprensa Secção Fortalecendo a proteção e o respeito pelos prisioneiros e detidos De acordo com as Convenções de Genebra, o CICV recebeu da comunidade internacional o mandato para visitar prisioneiros de guerra e internados civis a fim de averiguar se eles estão sendo tratados de acordo com as normas internacionais. Além disso, a organização também procura visitar as pessoas que se encontram detidas no contexto de situações de violência interna. As visitas a detidos efetuadas pelo CICV visam a garantir o respeito pela vida e a dignidade dos prisioneiros de guerra e outros detidos e a evitar a tortura, os maus tratos ou os abusos que violam os direitos e princípios humanitários básicos, fomentam o ódio e alimentam o ciclo de violência. As visitas regulares permitem que o CICV se ocupe do destino dos prisioneiros e teça recomendações às autoridades com relação à melhora das condições em que eles se encontram e que são necessárias.
Em 2008, os delegados do CICV visitaram 495 000 detidos em 83 países.
Nos conflitos armados internacionais, as Convenções de Genebra reconhecem o direito de os delegados do CICV visitarem os prisioneiros de Guerra e os internados civis. 25-8-2009 Ex-detido em Guantánamo, Sami Elhaj explica por que as visitas do CICV foram importantes para ele.Sami Elhaj, jornalista da TV Al Jazeera que ficou detido em Guantánamo por quase seis anos, fala sobre como as visitas do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) fizeram a diferença durante esse tempo e recorda a primeira vez em que recebeu notícias de seus entes queridos. (Actividades\Protecção\Detenção) Entrevista 17-9-2009 Iraque: famílias fazem sua última visita aos parentes detidos em BuccaPara as famílias que costumavam visitar seus parentes detidos em Bucca, no sul do Iraque, a viagem sempre foi longa, perigosa e cara, mas valia a pena. Desde 5 de outubro, o CICV tem ajudado a tornar essa jornada possível, sobretudo cobrindo parte dos gastos. Em setembro de 2009, com o fechamento do centro de detenção norte-americano em Bucca, o CICV terminou seu programa de visita familiar. Durante os quatro anos de duração do programa, quase 30 mil detidos receberam 146 mil visitas de seus parentes com o apoio do CICV. (Recursos de informação\Fotografias\Próximo Oriente e África do Norte) Colecção de fotografias Inclui Fotografia 17-11-2008 Seleção de Fotografias 2008Essas fotos ilustram as atividades do CICV em todo o mundo, durante 2008. Estão à disposição da mídia, que pode baixá-las em arquivos de alta resolução. (Recursos de informação\Fotografias) Colecção de fotografias 21-7-2005 A importância do DIH no contexto do terrorismoOs acontecimentos nos últimos anos aumentaram o interesse em saber como o Direito Internacional Humanitário é aplicado no contexto dos confrontos violentos de hoje. Em um novo trabalho, o CICV fornece respostas para algumas das questões colocadas com mais freqüência sobre o Direito Internacional Humanitário e o terrorismo. (Direito humanitário\Outros temas\Terrorismo) Declaração oficial 27-2-2009 Saúde na prisão: cuidando das mulheres em um mundo masculinoA prisão é basicamente um mundo masculino. O sistema médico é basicamente voltado para os homens. Portanto o CICV está prestando atenção especial à situação das mulheres na prisão. Elas constituem um grupo vulnerável e suas necessidades específicas quanto à saúde são com frequência negligenciadas. (Em foco\As mulheres e a guerra) Entrevista Inclui Fotografia 19-10-2006 Mudanças na política e na legislação dos EUA sobre detidos: a posição do CICVEm entrevista ao website do CICV, o presidente da organização, Jakob Kellenberger, fala das últimas mudanças na política e na legislação dos EUA sobre as pessoas detidas na luta contra o terrorismo. (Direito humanitário\Reafirmação e desenvolvimento) Entrevista 8-6-2009 Por que o CICV visita prisioneiros de guerra e civis presos?Os prisioneiros de guerra e os civis presos estão protegidos pelas Convenções de Genebra, que também conferem ao CICV o direito de visitá-los. O CICV foi designado pela comunidade internacional, de acordo com as Convenções de Genebra, para garantir que o Direito Internacional Humanitário seja aplicado em sua totalidade. Entre as tarefas do CICV estão as visitas aos prisioneiros, tanto militares como civis. (Recursos de informação\Perguntas mais frequentes) FAQ 8-6-2009 Por que o CICV visita prisioneiros? Que prisioneiros a organização visita? As pessoas presas ou detidas em um conflito são consideradas inimigas por seus detentores e, portanto, necessitam a intervenção de um organismo neutro e independente para garantir que sejam tratadas com humanidade e sejam mantidas em condições decentes e que tenham a possibilidade de se comunicar com suas famílias. (Recursos de informação\Perguntas mais frequentes) FAQ 15-2-2005 Qual é a posição do CICV em relação à tortura e aos maus-tratos?O CICV rechaça o uso da tortura e de outras formas de maus-tratos em todas as circunstâncias. Considera que o respeito à vida e à dignidade humana exclui qualquer justificativa de maus-tratos. (Recursos de informação\Perguntas mais frequentes) FAQ 15-2-2005 O que se entende por tortura e maus-tratos?O Direito Internacional Humanitário proíbe a tortura e outras formas de maus-tratos em todos os momentos e exige que os presos sejam tratados de acordo com as normas e princípios do Direito Internacional Humanitário e de outras normas internacionais. (Recursos de informação\Perguntas mais frequentes) FAQ 6-10-2009 Paquistão: proteger detidos é uma prioridadeA situação humanitária no norte do Paquistão continua precária. Além de poder ajudar os civis afetados pelo conflito, o CICV deve de todas as maneira ter acesso aos detidos relacionados com as operações do exército e da polícia. Pascal Cuttat, chefe da delegação do CICV, explica. (No mundo\Ásia e Pacífico\Paquistão) Inclui Fotografia 25-7-2006 Os maus-tratos alimentam o ódioPor Alain Aeschlimann, chefe das atividades de proteção, CICV (Actividades\Protecção\Detenção) 4-7-2005 Combater a tortura é precisoEmbora a tortura seja proibida, ela continua a ser comum em muitos países -mesmo após a entrada em vigor, em 26 de junho de 1987, da Convenção Contra a Tortura e Outras Formas de Tratamento ou Punição Cruel, Desumano ou Degradante, de 1984. Os acontecimentos nos últimos anos reacenderam o debate em torno da tortura, sua definição e a discussão sobre a justificativa do seu uso. Mais uma vez, tornou-se necessário demonstrar por que a tortura deve continuar sendo proibida. (Actividades\Protecção\Detenção) 14-4-2004 Visitando pessoas privadas de liberdade: O que fazer se um familiar seu foi preso (Actividades\Protecção\Detenção) |