Por que o CICV visita os prisioneiros? Que prisioneiros visita?
03-04-2003 Perguntas frequentes
Pessoas feitas prisioneiras ou detidas em um conflito são consideradas pelos seus captores como inimigas e, portanto, precisam da intervenção de um órgão neutro e independente para garantir que sejam tratadas de forma humana, mantidas em condições decentes e que tenham a possibilidade de intercambiar notícias com os seus familiares.
Visitar pessoas privadas de liberdade relacionadas com o conflito é uma tarefa de proteção essencial do CICV. Em 2002, por exemplo, o CICV visitou 448.063 prisioneiros e detidos em 75 países, dos quais 149.154 tiveram acompanhamento individual.
Conflitos armados internacionais: O CICV visita prisioneiros e civis internados, os quais estão protegidos pelas Terceira e Quarta Convenções de Genebra, respectivamente. Os governos têm a obrigação de permitir o acesso do CICV a essas pessoas.
Levantes e tensões internas: O CICV buscará visitar as pessoas detidas por motivos diretamente relacionados com a situação, sejam elas combatentes ou civis, tanto detidas pelos governos como por outras partes. Essas pessoas são conhecidas como detidos por razões “políticas” ou de “segurança”.
O mandato do CICV: As Convenções de Genebra e os Estatutos do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Leia mais sobre o assunto: CICV visita pessoas privadas de liberdade: uma incumbência internacional implementada mundialmente – ficha técnica (janeiro de 2002)

