ICRC Skip navigation

Home icon Home | Novidades | Contatos

ICRCComitê Internacional da Cruz Vermelha
Recursos
  • Quem somos
    • Quem somos - Sobre o Comitê Internacional da Cruz Vermelha
    • Mandato e missão
    • Estrutura
    • Finanças
    • Trabalhar para o CICV
    • O Movimento
    • História
    • Fundos e medalhas
    • Contatos
  • O que fazemos
    • O que fazemos - Atividades do CICV em benefício das pessoas afetadas pela guerra
    • Visitas a detidos
    • Proteção de civis
    • Restabelecimento de laços familiares
    • Segurança econômica
    • Água e habitat
    • Saúde
    • Cooperação com as Sociedades Nacionais
    • Construção do respeito ao DIH
    • Respeito à assistência à saúde
    • Outras atividades
  • Onde trabalhamos
    • Onde trabalhamos - O CICV no mundo
    • África
    • Américas
    • Ásia e Pacífico
    • Europa e Ásia Central
    • Oriente Médio
  • A guerra e o Direito
    • A guerra e o Direito - A guerra e o Direito Internacional Humanitário
    • Tratados e Direito Consuetudinário
    • Desafios contemporâneos do DIH
    • Pessoas protegidas
    • Condução das hostilidades
    • Armas
    • Os emblemas
    • O DIH e a legislação nacional
    • Jurisdição Penal Internacional
    • O DIH e outros regimes legais
  • Recursos
    • Recursos - Seção
    • Publicações e audiovisuais
    • Fotografias
    • Mapas
    • Revista Internacional
    • Relatório Anual
    • Base de dados do DIH
    • Biblioteca e serviço de pesquisa
    • Arquivo do CICV
    • Eventos
    • Outros sites
    • Loja
    • Plataforma Videonews
    • Busca
  • Enviar esta página

Colômbia: albergue ajuda a diminuir abandono escolar em zona afetada pelo conflito

09-10-2012 Galeria de fotos

As crianças da cidade de El Camuya, Caquetá, sul da Colômbia, têm agora, ao lado da escola, um albergue onde dormir. Desta maneira, elas não têm que caminhar mais de duas horas todos os dias para ir estudar. A distância entre as suas casas e a escola as expunha a grandes riscos associados ao conflito armado, como a contaminação por armas ou a possibilidade de terminar no meio de um enfrentamento, mas também gerava altos índices de abandono escolar. Às vezes era mais difícil chegar à escola do que passar nas provas de matemática. Agora, graças a um albergue escolar construído pelo CICV, os meninos e meninas desta cidade têm um lugar onde dormir, tomar banho, comer e estudar todos os dias, o que os fortalece diante dos riscos do conflito armado na região.

  • •	É de manhã cedo, às 6:00, acaba de amanhecer em El Camuya e as crianças ainda não querem se levantar das suas camas. Descansaram tranquilamente, pois há alguns meses a chuva e os morcegos deixaram de ser um problema.
    • É de manhã cedo, às 6:00, acaba de amanhecer em El Camuya e as crianças ainda não querem se levantar das suas camas. Descansaram tranquilamente, pois há alguns meses a chuva e os morcegos deixaram de ser um problema. "Quando chovia, acordávamos encharcados e de manhã os mosquiteiros estavam cheios de cocô de morcego", relata Jeison, que diz que o albergue construído pelo CICV melhorou as suas condições de vida e que agora podem dormir profundamente.
      © CICV / S. Giraldo
  • Kevin, o mais jovem dos meninos do albergue, é o último a se levantar. Enquanto isso, Alexis, Jeison e Wilfredo, seus colegas, já estão fazendo as suas camas e esperam a hora de tomar banho. O banho deixou de ser uma aventura e agora só devem enfrentar a água fria.
    • Kevin, o mais jovem dos meninos do albergue, é o último a se levantar. Enquanto isso, Alexis, Jeison e Wilfredo, seus colegas, já estão fazendo as suas camas e esperam a hora de tomar banho. O banho deixou de ser uma aventura e agora só devem enfrentar a água fria. "A vida agora é melhor. Antes tínhamos de ir ao rio para tomar banho, corríamos o risco de sermos picados por uma cobra, às vezes tínhamos de fugir dos "manaos" (uma espécie de porco selvagem). Agora, graças à Cruz Vermelha, podemos tomar banho aqui na escola e, principalmente, dormimos confortavelmente".
      © CICV / S. Giraldo
  • Todas as crianças se ajudam para estarem prontas a tempo. Apesar da pouca idade, já estão acostumados a morar longe dos seus pais. Fazem isso para poder estudar, pois a distância entre os sítios onde moram e a escola é tão grande que seria impossível caminhar todos os dias para ir à aula. Há 12 anos, quando a mesma comunidade, com a ajuda de machados e facões, contruiu a escola em El Camuya, o lugar se transformou no eixo integrador de toda a cidade.
    • Todas as crianças se ajudam para estarem prontas a tempo. Apesar da pouca idade, já estão acostumados a morar longe dos seus pais. Fazem isso para poder estudar, pois a distância entre os sítios onde moram e a escola é tão grande que seria impossível caminhar todos os dias para ir à aula. Há 12 anos, quando a mesma comunidade, com a ajuda de machados e facões, contruiu a escola em El Camuya, o lugar se transformou no eixo integrador de toda a cidade.
      © CICV / S. Giraldo
  • A rotina de todas as manhãs no quarto dos meninos - levantar-se, fazer as camas, tomar banho - é igual no das meninas. Todas essas atividades são feitas com o acompanhamento da
    • A rotina de todas as manhãs no quarto dos meninos - levantar-se, fazer as camas, tomar banho - é igual no das meninas. Todas essas atividades são feitas com o acompanhamento da "profe" Beatriz. Eles têm de estar prontos às 7:00 da para tomar o café da manhã.
      © CICV / S. Giraldo
  • As crianças tomam o café da manhã na antiga escola, construída pela comunidade. Ali está hoje a cozinha e a casa de Alexandra, uma jovem mãe encarregada do restaurante escolar. As aulas acontecem em frente ao albergue, onde os habitantes de El Camuya adaptaram, com o material que sobrou da recente construção, um novo espaço que é usado como sala de aula. O albergue construído pelo CICV se transformou em um atrativo para esta comunidade, integrada por 44 famílias e que se sente totalmente esquecida por parte
    • As crianças tomam o café da manhã na antiga escola, construída pela comunidade. Ali está hoje a cozinha e a casa de Alexandra, uma jovem mãe encarregada do restaurante escolar. As aulas acontecem em frente ao albergue, onde os habitantes de El Camuya adaptaram, com o material que sobrou da recente construção, um novo espaço que é usado como sala de aula. O albergue construído pelo CICV se transformou em um atrativo para esta comunidade, integrada por 44 famílias e que se sente totalmente esquecida por parte das instituições estatais.
      © CICV / S. Giraldo
  • A
    • A "'profe", como as crianças a chamam, além de docente, também faz o papel de mãe. Diz que é a sua vocação, que desde pequena sonhava em ser professora e acha que não se enganou. Em muitas ocasiões, quando não está a pessoa encarregada do restaurante escolar, ela se ocupa de preparar o café da manhã, com a ajuda de cada uma das crianças.
      © CICV / S. Giraldo
  • Beatriz também é beneficiária da intervenção realizada pelo CICV. Hoje não se preocupa com as noites de chuva, nem com o banho das crianças no rio.
    • Beatriz também é beneficiária da intervenção realizada pelo CICV. Hoje não se preocupa com as noites de chuva, nem com o banho das crianças no rio. "Agora trabalho mais confortavelmente e tudo foi facilitado para as crianças. Esses meninos tiveram uma mudança drástica, estão animados, querem limpar, lavar, manter tudo organizado, estão muito contentes".
      © CICV / S. Giraldo
  • A recente construção desse albergue contribuiu para diminuir os níveis de abandono escolar e permite que as crianças estudem com mais segurança, sem a necessidade de se expor aos perigos diários da contaminação por armas ou outros riscos derivados do conflito. A comunidade garante que esta solução não é só para as crianças, que agora estão no Centro Educativo, mas que o impacto real se verá no futuro.
    • A recente construção desse albergue contribuiu para diminuir os níveis de abandono escolar e permite que as crianças estudem com mais segurança, sem a necessidade de se expor aos perigos diários da contaminação por armas ou outros riscos derivados do conflito. A comunidade garante que esta solução não é só para as crianças, que agora estão no Centro Educativo, mas que o impacto real se verá no futuro.
      © CICV / S. Giraldo
  • Os pais veem com bons olhos que os seus filhos tenham um lugar digno onde estudar e viver, ainda que sejam conscientes de que na região há muitas coisas que fazem falta. Dizem que a construção do albergue é um grão de areia em um deserto muito grande.
    • Os pais veem com bons olhos que os seus filhos tenham um lugar digno onde estudar e viver, ainda que sejam conscientes de que na região há muitas coisas que fazem falta. Dizem que a construção do albergue é um grão de areia em um deserto muito grande. "Mas com a presença da Cruz Vermelha, sentimos um respaldo de fora e esquecemos que estamos aqui neste canto esquecido. Sentimos que vem gente de outros lugares e diz: vocês existem, aqui estamos para lhes dar uma mão, qualquer alívio, uma voz de incentivo", diz um dos pais.
      © CICV / A. Uribe

  • Voltar ao topoVoltar ao topo
  • Enviar esta páginaEnviar esta página

Seções relacionadas

  • Água e habitat
  • Crianças
  • O CICV na Colômbia

Document printed from the web site of the ICRC
/por/index.jsp

ICRC logo  ©  Comitê Internacional da Cruz Vermelha

  • Home
  • Quem somos
  • O que fazemos
  • Onde trabalhamos
  • A guerra e o Direito
  • Recursos
  • Sala de imprensa
  • Mapa do site
  • Ajuda do site
  • Acessibilidade
  • Copyright
  • Política de Privacidade
  • RSS
  • Contatos

Última atualização: 16-10-12