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Israel: passo a passo de uma visita do CICV

20-08-2012 Galeria de fotos

Fotos que retratam o trabalho de uma equipe do CICV dentro de um centro de detenção israelense. Desde 1967, a organização visita prisioneiros mantidos por Israel; atualmente, são feitas visitas anuais para cerca de 10 mil pessoas detidas por Israel, a Autoridade Palestina e Hamas. A organização emprega os mesmos métodos de trabalho para esta atividade que em outros lugares do mundo. A finalidade é assegurar um tratamento correto e condições decentes de detenção, ajudando os detidos a estabelecer um vínculo com o exterior.

  • O CICV visita anualmente cerca de 10 mil pessoas detidas por Israel, a Autoridade Palestina e o Hamas, com a finalidade de avaliar o tratamento e as condições de detenção. As observações feitas são partilhadas somente com as autoridades detentoras. O CICV realiza atividades relacionadas à detenção no mundo inteiro, seguindo os mesmos procedimentos. Todos os palestinos detidos por Israel são pessoas protegidas segundo o artigo 4º da IV Convenção de Genebra, ratificada por Israel em 1951.
    • O CICV visita anualmente cerca de 10 mil pessoas detidas por Israel, a Autoridade Palestina e o Hamas, com a finalidade de avaliar o tratamento e as condições de detenção. As observações feitas são partilhadas somente com as autoridades detentoras. O CICV realiza atividades relacionadas à detenção no mundo inteiro, seguindo os mesmos procedimentos. Todos os palestinos detidos por Israel são pessoas protegidas segundo o artigo 4º da IV Convenção de Genebra, ratificada por Israel em 1951. A organização visita os centros de detenção neste país desde 1967. As visitas aos palestinos mantidos pela Autoridade Palestina na Cisjordânia e pela autoridade de fato na Faixa de Gaza estão fundamentadas no Memorando de Entendimento firmado com a OLP em 1996.
      © CICV / G. Kavalerchik

    Esta galeria de fotos descreve uma visita realizada por delegados do CICV ao centro de detenção de Ramon em Israel.

  • •	De manhã cedo, cinco delegados do CICV chegam a Ramon, um centro de detenção no sul de Israel. São recebidos pelos funcionários do Serviço Prisional de Israel (IPS). Para assegurar a neutralidade, os delegados nunca são israelenses ou palestinos. Muitas vezes, um delegado médico faz parte da equipe.
    • De manhã cedo, cinco delegados do CICV chegam a Ramon, um centro de detenção no sul de Israel. São recebidos pelos funcionários do Serviço Prisional de Israel (IPS). Para assegurar a neutralidade, os delegados nunca são israelenses ou palestinos. Muitas vezes, um delegado médico faz parte da equipe.
      © CICV / G. Kavalerchik / il-e-02572
  • A visita inicia com uma reunião com o diretor da prisão. O delegado responsável pela equipe explica os objetivos e o programa. É essencial para o CICV trabalhar com transparência, ouvir as autoridades e também dar seguimento aos problemas ou questões que possam ter sido levantadas nas ocasiões anteriores.
    • A visita inicia com uma reunião com o diretor da prisão. O delegado responsável pela equipe explica os objetivos e o programa. É essencial para o CICV trabalhar com transparência, ouvir as autoridades e também dar seguimento aos problemas ou questões que possam ter sido levantadas nas ocasiões anteriores.
      © CICV / G. Kavalerchik / il-e-02571
  • Depois da conversa inicial com as autoridades, os delegados dividem-se em três grupos com o propósito de visitar todas as alas do centro de detenção durante o dia. Os delegados verificam se as instalações estão limpas e funcionando e se as condições materiais são adequadas. Falam com os detidos sobre questões que os preocupam e fazem o seguimento de assuntos pendentes. A informação coletada formará a base para a reunião final com o diretor no final da visita.
    • Depois da conversa inicial com as autoridades, os delegados dividem-se em três grupos com o propósito de visitar todas as alas do centro de detenção durante o dia. Os delegados verificam se as instalações estão limpas e funcionando e se as condições materiais são adequadas. Falam com os detidos sobre questões que os preocupam e fazem o seguimento de assuntos pendentes. A informação coletada formará a base para a reunião final com o diretor no final da visita.
      © CICV / G. Kavalerchik / il-e-02573
  • Os centros de detenção são normalmente divididos em alas. Em cada uma delas, os detidos escolhem um “shawish”, um representante que atua como um elo entre os detidos e a administração do centro. Os delegados do CICV sempre se reúnem com o “shawish”, que poderá trazer assuntos que deverão ser verificados durante a visita.
    • Os centros de detenção são normalmente divididos em alas. Em cada uma delas, os detidos escolhem um “shawish”, um representante que atua como um elo entre os detidos e a administração do centro. Os delegados do CICV sempre se reúnem com o “shawish”, que poderá trazer assuntos que deverão ser verificados durante a visita.
      © CICV / G. Kavalerchik / il-e-02575
  • •	As conversas privadas entre um detido e um delegado do CICV são a melhor maneira de conhecer as condições de detenção e o tratamento recebido. Desse modo, o detido tem a possibilidade de falar livremente sobre suas preocupações, rompendo com a rotina da prisão.
    • As conversas privadas entre um detido e um delegado do CICV são a melhor maneira de conhecer as condições de detenção e o tratamento recebido. Desse modo, o detido tem a possibilidade de falar livremente sobre suas preocupações, rompendo com a rotina da prisão.
      © CICV / G. Kavalerchik / il-e-02577
  • O pátio, onde os detidos podem se reunir por algumas horas por dia, fica vazio durante o mês do Ramadã, exceto por aqueles que vêm rezar. Normalmente, este é um lugar onde os detidos se encontram, conversam e praticam atividades como basquete ou ping-pong.
    • O pátio, onde os detidos podem se reunir por algumas horas por dia, fica vazio durante o mês do Ramadã, exceto por aqueles que vêm rezar. Normalmente, este é um lugar onde os detidos se encontram, conversam e praticam atividades como basquete ou ping-pong.
      © CICV / G. Kavalerchik / il-e-02576
  • O CICV distribui Mensagens Cruz Vermelha com breves notícias dos parentes dos detidos que podem respondê-las.  Os delegados transmitem mensagens verbais entre as famílias e os detidos que não recebem visitas familiares. Alguns detidos firmam procurações, enviadas por suas famílias, que permitem que suas esposas realizem transações financeiras.
    • O CICV distribui Mensagens Cruz Vermelha com breves notícias dos parentes dos detidos que podem respondê-las. Os delegados transmitem mensagens verbais entre as famílias e os detidos que não recebem visitas familiares. Alguns detidos firmam procurações, enviadas por suas famílias, que permitem que suas esposas realizem transações financeiras.
      © CICV / G. Kavalerchik / il-e-02574
  • Ao final da visita, os delegados compartilham suas observações com o diretor. Também informam as autoridades sobre a próxima assistência anual do CICV aos detidos, como livros e jogos, após a avaliação das necessidades. As questões e recomendações coletadas são apresentadas unicamente às autoridades detentoras, de maneira bilateral e confidencial, em um esforço para incrementar o diálogo e melhorar, quando necessário, as condições de detenção.
    • Ao final da visita, os delegados compartilham suas observações com o diretor. Também informam as autoridades sobre a próxima assistência anual do CICV aos detidos, como livros e jogos, após a avaliação das necessidades. As questões e recomendações coletadas são apresentadas unicamente às autoridades detentoras, de maneira bilateral e confidencial, em um esforço para incrementar o diálogo e melhorar, quando necessário, as condições de detenção.
      © CICV / G. Kavalerchik

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Seções relacionadas

  • O CICV em Israel e nos territórios ocupados
  • Prisioneiros de guerra e outras pessoas privadas de liberdade
  • Visita a detidos

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Última atualização: 21-08-12