ICRC Skip navigation

Home icon Home | Novidades | Contatos

ICRCComitê Internacional da Cruz Vermelha
Recursos
  • Quem somos
    • Quem somos - Sobre o Comitê Internacional da Cruz Vermelha
    • Mandato e missão
    • Estrutura
    • Finanças
    • Trabalhar para o CICV
    • O Movimento
    • História
    • Fundos e medalhas
    • Contatos
  • O que fazemos
    • O que fazemos - Atividades do CICV em benefício das pessoas afetadas pela guerra
    • Visitas a detidos
    • Proteção de civis
    • Restabelecimento de laços familiares
    • Segurança econômica
    • Água e habitat
    • Saúde
    • Cooperação com as Sociedades Nacionais
    • Construção do respeito ao DIH
    • Respeito à assistência à saúde
    • Outras atividades
  • Onde trabalhamos
    • Onde trabalhamos - O CICV no mundo
    • África
    • Américas
    • Ásia e Pacífico
    • Europa e Ásia Central
    • Oriente Médio
  • A guerra e o Direito
    • A guerra e o Direito - A guerra e o Direito Internacional Humanitário
    • Tratados e Direito Consuetudinário
    • Desafios contemporâneos do DIH
    • Pessoas protegidas
    • Condução das hostilidades
    • Armas
    • Os emblemas
    • O DIH e a legislação nacional
    • Jurisdição Penal Internacional
    • O DIH e outros regimes legais
  • Recursos
    • Recursos - Seção
    • Publicações e audiovisuais
    • Fotografias
    • Mapas
    • Revista Internacional
    • Relatório Anual
    • Base de dados do DIH
    • Biblioteca e serviço de pesquisa
    • Arquivo do CICV
    • Eventos
    • Outros sites
    • Loja
    • Plataforma Videonews
    • Busca
  • Enviar esta página

África do Sul: futebol afasta os jovens da violência e do crime

24-01-2013 Galeria de fotos

Nas favelas da África do Sul, onde existem altos níveis de violência e criminalidade, os jovens podem ser facilmente atraídos pelas gangues e se envolverem com crimes. A favela de Khayelitsha na Cidade do Cabo não é exceção. Mesmo assim, como é o caso em quase toda África, se joga e se assiste futebol com enorme entusiasmo. Com a África do Sul recebendo a Copa Africana das Nações, o CICV aproveita o potencial do futebol como meio de desenvolvimento social, afastando os jovens das atividades ilícitas, ao mesmo tempo em que desenvolvem habilidades para o esporte e para a vida. O Comitê formou uma parceria com AMANDLA EduFootball, uma ONG da Cidade do Cabo, para descobrir mais sobre o impacto que esse tipo de programa pode ter na redução da violência juvenil nas favelas.

  • Khayelitsha é a maior favela da Cidade do Cabo, com uma população de mais de 500 mil e uma taxa de desemprego de mais de 50%. Muitos residentes ainda vivem em condições irregulares, barracos ou assentamentos informais, onde a superlotação torna intoleráveis as condições sanitárias e de segurança. Em algumas áreas da favela, são elevados os índices de crimes violentos, entre os mais altos do país, com constantes reportagens sobre a violência das gangues juvenis e dos justiceiros.
    • Khayelitsha é a maior favela da Cidade do Cabo, com uma população de mais de 500 mil e uma taxa de desemprego de mais de 50%. Muitos residentes ainda vivem em condições irregulares, barracos ou assentamentos informais, onde a superlotação torna intoleráveis as condições sanitárias e de segurança. Em algumas áreas da favela, são elevados os índices de crimes violentos, entre os mais altos do país, com constantes reportagens sobre a violência das gangues juvenis e dos justiceiros.
      © CICV / I. Edelstein
  • Os jovens das comunidades pobres carecem de proteção contra a violência e o crime devido à falta de atividades para eles, após as aulas e nos finais de semana, e de sistemas limitados de apoio social e familiar. Como consequência, eles são frequentemente vítimas e, posteriormente, perpetradores da violência, em especial meninos e rapazes.
    • Os jovens das comunidades pobres carecem de proteção contra a violência e o crime devido à falta de atividades para eles, após as aulas e nos finais de semana, e de sistemas limitados de apoio social e familiar. Como consequência, eles são frequentemente vítimas e, posteriormente, perpetradores da violência, em especial meninos e rapazes. As principais horas em que acontece a violência e o crime são das três às seis da tarde durante a semana (após a escola e antes que os pais voltam para casa) e nas noites de sexta e sábado (quando o álcool e as drogas são mais frequentes).
      © CICV / I. Edelstein
  • O esporte com seus aspectos físicos e locomotores, bem como de competição, é uma válvula de escape natural e segura para a maioria dos homens jovens. O campo de futebol se transforma em uma “sala de aula” ativa onde os jovens estão mais propensos a estar atentos, motivados e receptivos para desenvolver habilidades e atitudes que os afastarão do comportamento violento.
    • O esporte com seus aspectos físicos e locomotores, bem como de competição, é uma válvula de escape natural e segura para a maioria dos homens jovens. Entretanto, o futebol é apenas uma maneira de manter a atenção deles. Na Amandla, o campo de futebol se transforma em uma “sala de aula” ativa onde os jovens estão mais propensos a estar atentos, motivados e receptivos para desenvolver habilidades e atitudes que os afastarão do comportamento violento. O CICV associou-se com Amandla EduFootball, uma ONG ativa e comunitária, para entender melhor as necessidades das comunidades afetadas pela violência e elaborar pesquisas para medir o impacto desta intervenção para reduzir a violência baseada no esporte.
      © AMANDLA EduFootball / A. Beste
  • Os programas de Liderança e Habilidades da Amandla EduFootball utilizam o potencial do futebol para desenvolver capacidades e empregabilidade dos jovens, fortalecendo suas competências. O objetivo é melhorar os prospectos econômicos dos jovens que estejam desempregados, fora do sistema educativo ou profissional, e desenvolver habilidades de liderança pessoal e comportamento positivo, possibilitando que se tornem cidadãos responsáveis.
    • Os programas de Liderança e Habilidades da Amandla EduFootball utilizam o potencial do futebol para desenvolver capacidades e empregabilidade dos jovens, fortalecendo suas competências. O objetivo é melhorar os prospectos econômicos dos jovens que estejam desempregados, fora do sistema educativo ou profissional, e desenvolver habilidades de liderança pessoal e comportamento positivo, possibilitando que se tornem cidadãos responsáveis.
      © AMANDLA EduFootball / Georg Höfer
  • A Liga Noturna da AMANDLA EduFootball, conhecida em toda a comunidade como Liga da Prevenção do Crime, é a primeira deste tipo na África do Sul. O torneio acontece em um campo iluminado em Khayelitsha das oito à meia-noite da sexta-feira. Há, em média, mais de 150 participantes, homens de idade entre 16 e 30 anos. Um DJ e quatro partidas acontecendo simultaneamente criam uma atmosfera positiva.
    • A Liga Noturna da AMANDLA EduFootball, conhecida em toda a comunidade como Liga da Prevenção do Crime, é a primeira deste tipo na África do Sul. O torneio acontece em um campo iluminado em Khayelitsha das oito à meia-noite da sexta-feira. Há, em média, mais de 150 participantes, homens de idade entre 16 e 30 anos. Um DJ e quatro partidas acontecendo simultaneamente criam uma atmosfera positiva. Os incidentes de violência no campo foram erradicados mediante um sistema de pontos de jogo limpo, onde os times ganham pontos por presença, comportamento e mesmo contribuições à comunidade. Além do impacto individual nos participantes, a liga noturna contribui enormemente à promoção de um ambiente pacífico, fazendo com a que a comunidade seja um lugar mais seguro nos finais de semana.
      © AMANDLA EduFootball / Georg Höfer
  • Lukholo (24) é um dos poucos jovens crescidos em Khayelitsha que superou o desafio do desemprego. Ele trabalha para uma empresa de ônibus na Cidade do Cabo. No seu tempo livre, ele é visto com frequência no campo, nas noites de sexta, como técnico do time Umlilo. “Este projeto contribuiu muito para reduzir o crime na região. Minha visão é que um dia toda Khayelitsha será livre do crime.”
    • Lukholo (24) é um dos poucos jovens crescidos em Khayelitsha que superou o desafio do desemprego. Ele trabalha para uma empresa de ônibus na Cidade do Cabo. No seu tempo livre, ele é visto com frequência no campo, nas noites de sexta, como técnico do time Umlilo. “Este projeto contribuiu muito para reduzir o crime na região. Minha visão é que um dia toda Khayelitsha será livre do crime.”
      © AMANDLA EduFootball / Mark Wessels
  • Nosipho (18) foi a primeira menina a ser selecionada para o Programa de Liderança Jovem do AMANDLA. Ela tomou a iniciativa de recrutar outras meninas de Khayelitsha para formar o primeiro time feminino da organização na favela. Ela estuda agora direito na Universidade do Cabo Ocidental.
    • Nosipho (18) foi a primeira menina a ser selecionada para o Programa de Liderança Jovem do AMANDLA. Ela tomou a iniciativa de recrutar outras meninas de Khayelitsha para formar o primeiro time feminino da organização na favela. “Apesar de todas as coisas negativas que acontecem aqui, há oportunidades para pessoas que querem fazer coisas positivas na comunidade. Quando entrei no Programa de Liderança Jovem, comecei a capacitar outras meninas para entrar na liga e jogar futebol, já que o programa me ensinou muitas competências. Quero passar o que sei a outras meninas carentes e oferecer as mesmas oportunidades que eu tive.” Nosipho estuda agora direito na Universidade do Cabo Ocidental.
      © AMANDLA EduFootball / Mark Wessels
  • Kwanele (14): “me sinto seguro no campo, mas lá fora há muitas coisas erradas. Não há drogas nem facas aqui, mas lá fora os meninos das gangues me dizem ‘vem fumar’, mas eu digo ‘não, vocês que venham jogar futebol’.”
    • Kwanele (14): “me sinto seguro no campo, mas lá fora há muitas coisas erradas. Não há drogas nem facas aqui, mas lá fora os meninos das gangues me dizem ‘vem fumar’, mas eu digo ‘não, vocês que venham jogar futebol’.”
      © AMANDLA EduFootball / A. Beste
  • A AMANDLA continua aperfeiçoando a qualidade do futebol, treinamento e árbitros para manter a grande participação, ao mesmo tempo em que lida com as questões críticas do desenvolvimento dos jovens vulneráveis. O apoio do CICV permite o fortalecimento da estrutura de liderança juvenil, técnicos e facilitadores das competências e a melhoria dos resultados dos programas.
    • A AMANDLA continua aperfeiçoando a qualidade do futebol, treinamento e árbitros para manter a grande participação, ao mesmo tempo em que lida com as questões críticas do desenvolvimento dos jovens vulneráveis. O apoio do CICV permite o fortalecimento da estrutura de liderança juvenil, técnicos e facilitadores das competências e a melhoria dos resultados dos programas. Em 2012, o CICV iniciou uma pesquisa de mudança de comportamento com mais de 300 jovens em Khayelitsha, metade dos quais são participantes dos programas da AMANDLA. As entrevistas iniciais do grupo focal demonstraram que a participação oferece proteção aos jovens contra a violência e exposição ao crime, pressão do grupo e abuso de substâncias nas casas e comunidades dos participantes. Com a continuação da pesquisa, os dados coletados possibilitarão explorar as mudanças de atitude em relação à violência.
      © CICV / I. Edelstein

  • Voltar ao topoVoltar ao topo
  • Enviar esta páginaEnviar esta página

Seções relacionadas

  • A delegação regional do CICV em Pretória
  • Crianças

Document printed from the web site of the ICRC
/por/index.jsp

ICRC logo  ©  Comitê Internacional da Cruz Vermelha

  • Home
  • Quem somos
  • O que fazemos
  • Onde trabalhamos
  • A guerra e o Direito
  • Recursos
  • Sala de imprensa
  • Mapa do site
  • Ajuda do site
  • Acessibilidade
  • Copyright
  • Política de Privacidade
  • RSS
  • Contatos

Última atualização: 04-02-13