Ao término da Segunda Guerra Mundial, o CICV se encontra em uma posição ambivalente. Seu trabalho humanitário durante o conflito – em especial em assistência aos prisioneiros de guerra – é amplamente reconhecido. Entretanto, alguns países, particularmente os da Europa Oriental, criticam a organização por não estar fazendo o suficiente pelas milhões de vítimas do Holocausto. Por outro lado, a organização também foi criticada por dedicar muito tempo prestando ajuda a civis nos países derrotados depois da guerra, sobretudo na Alemanha.