©CICV/V. Miranda ref. lk-e-00149
Batticaloa. Família deslocada devido ao tsunami.
O CICV mantém uma presença constante no Sri Lanka desde 1989.
Depois do cessar fogo assinado entre o governo e os Tigres de Libertação de Tamil Eeelam (TLTE), em fevereiro de 2002, o CICV continuou a atuar como intermediário neutro.
O CICV procura convencer os grupos armados a seguir o Direito Internacional Humanitário (DIH), a proteger os civis contra as violações do DIH (incluindo o recrutamento de crianças soldado pelos grupos armados), a ajudar as famílias a obter informações sobre o paradeiro dos parentes desaparecidos, a permitir o livre movimento das pessoas entre a região de Vanni e o resto do país, a fazer melhorias nos centros de saúde básica e no fornecimento de água na região nordeste, e a coordenar as atividades da Cruz Vermelha/Crescente Vermelho nas zonas de conflito.
Desde o tsunami em dezembro de 2004, até março de 2005, o CICV no Sri Lanka já implementou as seguintes ações:
- Concordou em reformar centros médicos em colaboração com outros membros do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
- Enviou uma equipe médica de 18 pessoas (algumas da Cruz Vermelha Alemã) para o hospital Puthukkudiyiruppu.
- Instalou quase 4 mil tendas para famílias deslocadas.
- Distribuiu mais de 7.800 lonas.
- Distribuiu mais de 32 mil kits familiares incluindo colchões, sabão, toalhas e baldes.
- Distribuiu quase 12 mil artigos de vestimentas para deslocados.
- Concordou a fornecer mensalmente kits de higiene para 30 mil famílias por mais de seis meses.
- Forneceu água potável e instalações de saneamento para campos transitórios, centros de abrigo e comunidades.
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