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Outras pessoas protegidas pelo DIH

São consideradas pessoas protegidas em tempo de guerra todas aquelas que se beneficiam de proteção segundo o Direito Internacional Humanitário (DIH) Convencional e o Consuetudinário. Estas pessoas são, especificamente, os doentes, os feridos, os náufragos, os prisioneiros e os civis que não estejam participando de forma direta das hostilidades. Entretanto, o Direito também se aplica a outras pessoas como a equipe médica e a religiosa, profissionais humanitários e membros de equipes de defesa civil. Leia panorama completo

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    Os jornalistas e outros profissionais de comunicação que trabalham nas zonas de conflito têm um trabalho perigoso. O correspondente da BBC em Lagos, Sam Olukoya, explica que eles têm direito à proteção segundo o Direito, mas também discute o que eles podem fazer para se protegerem.

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    Quando o conflito armado irrompe, muitas vezes, os hospitais e os profissionais de saúde são atacados, as ambulâncias podem ser impedidas de chegar aos feridos e a falta de serviços básicos, como água e eletricidade, pode suspender os serviços de cirurgias. O chefe de cirurgias de guerra do CICV, Marco Baldan, explica porque o atendimento médico deve ser respeitado e protegido em situações de violência armada.

  • Sam Olukoya Como o Direito Internacional Humanitário protege os jornalistas em situações de conflito armado?

    Cada vez mais, os profissionais de comunicação correm o risco de serem feridos, mortos, detidos ou sequestrados enquanto cumprem seu papel em situações de conflito armado. O especialista jurídico do CICV Robin Geiss fala sobre a proteção à qual eles, como civis que não participam do conflito, têm direito segundo o Direito Internacional Humanitário (DIH).

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    Profissionais da imprensa costumam estar expostos a sérios perigoss quando cobrem conflitos armados em zonas de guerra e áreas associadas à violência armada. O CICV possio uma linha direta para colocar jornalistas em contato com suas famílias e meios de comunicação onde trabalham seja por estarem capturados, desaparecidos ou feridos. Este folheto explica como entrar em contato com o CICV e como a organização pode ajudá-los.