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Primeiros Socorros e Assistência Hospitalar

Haiti, Porto Príncipe. Voluntários da Cruz Vermelha Haitiana prestam primeiros socorros a uma criança em um posto de saúde instalado pelo CICV.

O CICV atende os feridos quando as condições decorrentes de guerras impedem que o atendimento médico seja prestado por organismos médicos públicos. O Comitê intervém no processo de evacuação de feridos a postos de primeiros socorros e na prestação dos cuidados subsequentes em hospitais independentes administrados pelo CICV ou em instalações médicas já existentes, dando seu apoio por meio da doação de remédios e equipamentos, oferecendo treinamento e disponibilizando equipe extra. Durante os últimos 25 anos, o CICV ajudou centenas de hospitais e suas equipes médicas a operaram mais de cem mil vítimas em Camboja, no Afeganistão, na Somália, no Sudão e na Tchetchênia.

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    GALERIA DE FOTOS - Após novos casos de violência intercomunitária no início de julho no estado de Jonglei, o CICV enviou equipes cirúrgicas ao hospital de Bor e a Dorein, ao sul da cidade de Pibor. Desde 14 de julho, os cirurgiões da organização operaram 93 feridos. Esta galeria de fotos ilustra as atividades do CICV no terreno e no hospital após a erupção da violência.

  • Uma menina com cólera é levada ao hospital pela Cruz Vermelha do Haiti. Haiti: ambulâncias da Cruz Vermelha estão entre os poucos veículos que atravessam as barricadas

    A epidemia de cólera persiste e as barricadas se multiplicam pelas ruas de um bairro carente de Porto Príncipe. Os veículos da Cruz Vermelha estão entre os poucos que conseguem circular para transportar feridos e doentes. Esta reportagem relata um encontro com uma equipe de socorristas do bairro de Martissant.

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    O sistema de saúde de Guiné-Bissau está debilitado pela falta de remédios, material e equipamento médico, o que se soma ao êxodo de vários profissionais médicos que buscam novos horizontes. Como consequência, poucas pessoas, inclusive as feridas por armas e minas, têm acesso à assistência médica adequada.

  • Gaza Strip, Erez checkpoint. ICRC and Magen David Adom staff evacuate a Palestinian woman. Atendimento médico: uma das primeiras vítimas da guerra

    Quando o conflito armado irrompe, muitas vezes, os hospitais e os profissionais de saúde são atacados, as ambulâncias podem ser impedidas de chegar aos feridos e a falta de serviços básicos, como água e eletricidade, pode suspender os serviços de cirurgias. O chefe de cirurgias de guerra do CICV, Marco Baldan, explica porque o atendimento médico deve ser respeitado e protegido em situações de violência armada.

  • Experiência do CICV em cirurgia de guerra

    O cirurgião-de-guerra do CICV, Chris Giannou, explica a extensão e os objetivos da nova publicação Cirurgia de guerra: trabalhando com recursos limitados em conflitos armados e outras situações de violência. Como coautor, Giannou conta um pouco sobre a política de cirurgias de guerra do CICV e as práticas gerais, assim como o novo conteúdo do livro.