A devastação causada pelo Ciclone Idai em Moçambique é massiva. Levará tempo para entendermos a dimensão completa das necessidades, já que os vilarejos remotos continuam isolados pelas águas. Os moradores perderam casas, meios de subsistência e entes queridos. Diversas famílias têm vivido sob constante ansiedade por não saber se os desaparecidos estão vivos ou não. Ajudamos quem perdeu contato com familiares a se comunicarem novamente. Criamos um site para que as pessoas registrem desaparecidos e que estão bem. "A agonia de não saber o que aconteceu com um ente querido num desastre como este é indescritível. Temos equipes trabalhando para instalar sistemas que ajudem pessoas sem acesso a telefone ou internet a encontrar os familiares", diz Diana Araúno, delegada em Moçambique. Também estámos ajudando autoridades locais no manejo correto e digno dos restos mortais. "O desafio para nós é que os corpos são enterrados de maneira muito superficial. Com o tempo, necessitará um enterro mais permanente", diz Stephan Fonseca, nosso coordenador forense regional. Além disso, existe a ameaça de surtos de cólera e outras doenças e aumento dos casos de malária. Água potável e acesso ao atendimento médico serão vitais. Nossos especialistas trabalham com os parceiros da Cruz Vermelha local para encontrar a melhor maneira de responder às necessidades. Em Beira, a falta de energia elétrica afeta a capacidade dos profissionais de saúde de responder às pessoas necessitadas. Doamos 1 mil litros de combustível ao hospital para ajudá-lo a operar com gerador. Também entregamos remédios e material médico. Saiba mais: https://bit.ly/2CENEaI
#الحرب خيار لم يتخذهُ المدنيون...
لكنهم يدفعون ثَمَـــنه في #حرب بلا قواعد...
أم نوار، من #الموصل
Сотрудники пресс-службы