Dia Internacional da Mulher: Brasil no coração do trabalho humanitário

De bombardeios no Oriente Médio ao coração da África, passando por países latino-americanos e asiáticos. O coração humanitário de duas brasileiras faz com que elas trabalhem em vários países do mundo para levar ajuda às pessoas que mais necessitam. O compromisso das nossas colegas permite não apenas escutar e estar mais próximo das mulheres afetadas pelo conflito - em contextos onde os homens não  poderiam - como também oferecer uma visão feminina e mais holística para a solução de problemas. 

Neste Dia Internacional da Mulher, queremos destacar principalmente as brasileiras Marie Claire Feghali e Graziella Leite Piccoli, que contam como é viver entre bombas, em outras culturas, e a alegria de ver um carregamento de materiais médicos chegando em um país devastado pelos enfrentamentos.

As mulheres enfrentam problemas específicos em conflitos armados, como a violência sexual e os riscos para a sua saúde. Em culturas em que a mulher não pode trabalhar, ficar viúva significa ter dificuldades para sustentar a família. Por isso, as mulheres são ouvidas e suas necessidades são atendidas quando levamos uma resposta humanitária. Portanto, nesta ocasião, também ressaltamos a resiliência da mulher diante das adversidades e situações de conflito. Confira nas reportagens abaixo

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