Na estrada com as equipes móveis de saúde do Crescente Vermelho Somali

  • Mulheres e crianças na aldeia de Dhagahyale, a 54 km da cidade de Guri Ceel, esperam para ser atendidas pela equipe móvel de saúde do Crescente Vermelho Somali. Todas as terças-feiras, os moradores da aldeia e arredores têm uma oportunidade rara de ter acesso aos serviços de saúde graças à visita da equipe móvel de saúde dessa Sociedade Nacional.
    CC BY-NC-ND / CICV / Mohamed Abdikarim
  • Anisa Abdullahi Ali, 3, na área de triagem. Aí se pesam todas as crianças e se medem a altura e a circunferência do braço para detectar a desnutrição.
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  • Que valente! Anisa faz cara de forte quando lhe dão a injeção para vaciná-la contra sarampo sem derramar uma lágrima! As vacinas são parte dos serviços vitais prestados pelas equipes móveis de saúde.
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  • A atual seca viu um pico de casos de diarreia aguda líquida, sobretudo nas áreas rurais. As condições desesperdoras aumentam a probabilidade de que a água usada seja de fontes não tratadas. Os pacientes que apresentam os sintomas recebem reidratação oral. As equipes também conscientizam quanto à higiene e ao saneamento.
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  • Nasra Jamal Ali, 18, está grávida do seu primeiro filho. Ela andou 14 quilômetros até Dhagahyale para se consultar com uma parteira, que é membro da equipe móvel de saúde que vai ao vilarejo todas as terças-feiras. O atendimento pré-natal e pós-parto é uma parte importante dos casos que a equipe atende. Uma média de 133 pacientes todos os dias se beneficiaram com as consultas durante o mês de junho.
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  • Os níveis de desnutrição na Somália são mais altos nas comunidades rurais que, depois de perderem os animais devido à seca, enfrentam a escassez de comida. A equipe móvel administra um programa terapêutico que dá às mães biscoitos nutritivos com alto teor calórico. Nasra Abukar, mãe de cinco, leva a sua caixa com mantimentos que ajudarão a sua família a evitar a desnutrição.
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  • As equipes móveis de saúde são bem recebidas pelas comunidades que buscam atender e recebem um espaço para realizar as suas atividades. Uma consulta em curso entre uma paciente e a parteira com o nível de privacidade necessária para falar de assuntos sensíveis e culturalmente delicados, como as doenças sexualmente transmissíveis.
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  • A camionete da equipe móvel de saúde segue para o vilarejo de Ceel-Qorrah, a 48 quilômetros ao sul da cidade de Guri Ceel. A equipe vai cinco dias por semana a uma área rural específica para prestar serviços de saúde. Dentro da camionete vai a equipe de saúde formada por seis profissionais: enfermeiro-chefe, encarregado da clínica ambulatorial, parteira, enfermeiro que atende os menores de cinco anos e três enfermeiros auxiliares que ajudam com os medicamentos e outros serviços.
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  • Um membro da equipe de saúde explica as mulheres sobre as vantagens de amamentação, vacinação, hábitos de higiene e saneamento adequados. De repente, há muito movimento, já que as pessoas dos vilarejos ao redor se reúnem sempre que a equipe de saúde chega.
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  • Maryan Maalin observa o enfermeiro enquanto ele mede a circunferência do seu braço. A medida é um indicador do nível de desnutrição. Felizmente, ela está no nível verde. O vermelho está na extremidade do quadro de cores e indica desnutrição aguda severa, uma situação na qual a criança precisa de um tratamento vital urgente.
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  • Ishaaq Moalim, um dos enfermeiros da equipe móvel de saúde, em um momento relaxado com as mulheres enquanto cadastra as crianças para vacinação.
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  • Nasteeho Abdulkadir é parteira na equipe móvel de saúde que trabalha no sul da região de Galgaduud, na Somália.
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  • Shukri Hasan Hirsi cuida da farmácia. Ela entrega o remédio aos pacientes e explica como tomá-los. O material médico é fornecido pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).
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  • Camelos no ponto de coleta de água em Ceel-Khorrah, a 48 quilômetros ao sul de Guri Ceel, na região de Galagauud, Somália. Os séculos de um estilo de vida pastoral dominante na região estão ameaçados pela atual seca na Somália, que devastou as terras e debilitou inúmeros rebanhos com os quais a população conta para sobreviver.
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22 agosto 2017

Para os somalis que moram nas áreas rurais do país, o acesso aos serviços de saúde é uma questão de sorte. Os anos de conflito e os séculos de um estilo de vida nômade os deixaram isolados dos serviços de saúde.

Essas são as mesmas pessoas que suportam o fardo das difíceis condições de seca vivenciadas em todo o país. Felizmente hoje, mesmo nas aldeias mais remotas e isoladas, algumas pessoas podem ter acesso aos serviços vitais com a ajuda das equipes móveis de saúde do Crescente Vermelho Somali.