Os ataques devem parar: Os pacientes, profissionais de saúde, hospitais e ambulâncias #NãoSãoUmAlvo

11 setembro 2017

Todos os dias nas zonas de conflito, médicos, enfermeiros, motoristas de ambulâncias e socorristas são atacados quando tentam salvar vidas. Eles são ameaçados ou agredidos, os hospitais onde trabalham são saqueados ou bombardeados. Alguns não pode trabalhar porque o material médico não chega. Alguns são obrigados a fugir para se proteger. E outros são, inclusive, mortos.

Algumas pessoas acreditam que atacar a assistência à saúde está errado, mas que não se pode fazer quase nada para impedir isso durante um conflito. Outras se resignam e "aceitam" essa situação como uma consequência inevitável da guerra, sem saber que, na verdade, são uma violação às normas da guerra.

A violência contra a assistência à saúde é inaceitável, tanto em tempo de paz ou de guerra, e pode ser impedida.

O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e os seus parceiros na iniciativa Assistência à Saúde em Perigo convidam você a respaldar os médicos, enfermeiros, motoristas de ambulâncias, pacientes e profissionais de saúde em zonas de conflito e a apoiar o nosso pedido de que se implementem medidas para o fim dos ataques contra a assistência à saúde.

Assista ao nosso vídeo e compartilhe-o. Juntos dizemos:

Os ataques devem parar. Os profissionais de assistência à saúde #NãoSãoUmAlvo