Os rostos da migração

  • Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Magdaleno está viajando de trem e ônibus há 14 dias. Deixou a esposa e os três filos para chegar aos Estados Unidos, onde mora o seu irmão e a quem não avisou que estava a caminho. Apesar de estar triste por ir embora, diz que a “pobreza o faz se afastar da sua família”.
    Brenda Islas/ CICV
  • Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Alexis tem 17 anos e é de Honduras. Está viajando há 8 dias com um tio e um primo para se encontrar com o pai nos Estados Unidos. Está no México esperando que o primo se recupere depois de ter caído do trem.
    Brenda Islas/ CICV
  • Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Selvin utiliza o serviço de telefonemas da Cruz Vermelha Mexicana para se comunicar com a família em Honduras. Estavam há dez días sem noticias dele. Ninguém o espera no lugar de destino.
    Brenda Islas/ CICV
  • Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Germán está fora de Honduras há mais de oito meses tentando atravessar para os Estados Unidos. Apesar de ter trabalhado durante o trajeto para finalizar a viagem, não conseguiu dinheiro suficiente para chegar ao destino. Decidiu voltar para o seu país.
    Brenda Islas/ CICV
  • Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Mariano está viajando há 10 dias de trem e ônibus. Saiu de Honduras para os Estados Unidos. Quando chegar à fronteira, decidirá para que cidade tentará atravessar. Depende de quem quiser ajudá-lo.
    Brenda Islas/ CICV
  • Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Ciudad Serdán, Puebla, México.
    Joel esteve no México durante três meses trabalhando em um circo para ganhar um pouco de dinheiro para a viagem, mas não conseguiu atravessar para os Estados Unidos. Decidiu voltar para o seu país e passar o Natal com a família. Não pensa voltar a tentar atravessar a fronteira.
    Brenda Islas/ CICV
16 dezembro 2016

Migração é mais do que uma palavra, é uma história de milhões de pessoas que deixam tudo para trás para buscar oportunidades de trabalho, reunificar-se com a família ou salvar a vida. No entando, a rota migratória é incerta e, em muitos casos, perigosa. Nela, as pessoas migrantes devem enfrentar vários riscos e arcar com suas necessidades básicas ao longo do caminho. Muitos não chegam ao destino, desaparecem, terminam detidos ou deportados. As razões que motivam sair do país não se resolvem quando essas pessoas regressam. As necessidades delas devem ser atendidas pelos estados de origem, trânsito e destino, que têm a responsailidade conjunta sobre a vida e a dignidade dos que transitam por seu território.

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