Desarraigados e abandonados na Faixa de Gaza e Cisjordânia

  • Um Mohammad, Cidade de Gaza
    Um Mohammad, Cidade de Gaza
    “Não vejo nenhum futuro para os meus filhos aqui em Gaza. Penso tanto nisso que às vezes gostaria que a minha cabeça parasse de funcionar.”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
  • Ibrahim Al-Athara, Hebron
    Ibrahim Al-Athara, Hebron
    “Não consigo esquecer a sensação de liberdade que a minha terra me dava antes de perdê-la, de poder ir a qualquer lugar com as minha ovelhas.”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
  • Salah Shahine, Bethlehem
    Salah Shahine, Bethlehem
    “As minhas árvores são como filhos para mim: plantei as sementes, cuidei delas e vi como cresciam durante muitos anos. Quando vejo que foram vandalizadas, sou tomado por um sentimento de perda.”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
  • Awad Hazama, Ramala
    Awad Hazama, Ramala
    “Vi as oliveiras que o meu avô plantou queimadas e arrancadas. Passei toda a minha infância ao redor dessas árvores. Foi insuportável perdê-las.”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
  • Rizeq Abu Nasser, Nablus
    Rizeq Abu Nasser, Nablus
    “Conheço cada pedra neste povoado. Quando tivemos de partir, deixamos mais que um lugar: abandonamos o nosso modo de vida.”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
  • Huda Nassar, Nablus
    Huda Nassar, Nablus
    “Quando o meu filho vai trabalhar no campo, não consigo deixar de pensar que alguma coisa ruim vai acontecer com ele. Quero estar com ele todo o tempo.”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
  • Ziad Makhamreh, Hebron
    Ziad Makhamreh, Hebron
    “Quando o meu filho vai trabalhar no campo, não consigo deixar de pensar que alguma coisa ruim vai acontecer com ele. Quero estar com ele todo o tempo.”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
  • Rima Abu Eisha, Hebron
    Rima Abu Eisha, Hebron
    “Todos os dias, quando meu marido e filho saem para trabalhar, eu rezo para que voltem para casa sãos e salvos. Agora, temos uma câmera de segurança. Passo os meus dias olhando o que acontece do lado de fora para poder avisar para eles ficarem longe quando há problemas.”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
  • Mahmoud Abu Qbeita, Hebron
    Mahmoud Abu Qbeita, Hebron
    “Atravessar o posto de controle no caminho à escola para ver um médico, comprar comida ou visitar um parente é a nossa realidade. Nos acostumamos com isso, já é normal. Mas às vezes me pergunto: por que temos que viver assim?”
    CC BY-NC-ND / Alyona Synenko / CICV
07 setembro 2017

Persiste uma forte sensação de paralisia na Faixa de Gaza e Cisjordânia.

O presidente do CICV, Peter Maurer, visitou Israel e os territórios ocupados nesta semana para escutar e falar com a população de ambos os lados do conflito. Estes retratos são de algumas das pessoas com as quais ele se encontrou.

"Testemunhar essas situações me afetou profundamente como pai e como ser humano", afirmou Maurer. "Toda decisão política responsável deve ser tomada levando em consideração o efeito que terá sobre as vidas das pessoas comuns. Foi uma experiência que me fez pensar: retornar três anos depois e ver que as coisas só mudaram para pior".

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