Refugiados do Sudão do Sul

O deslocamento forçado é uma das principais consequências do conflito no Sudão do Sul. Quase dois milhões de pessoas fugiram pelas fronteiras do Sudão do Sul e outros dois milhões são deslocadas internas.

 

Com medo, as pessoas deixam suas casas e meios de subsistência em busca de segurança. Até familiares - geralmente idosos sem condições de acompanhar a difícil jornada - ficam para trás.

Refugiados e deslocados passam a viver em difíceis condições, em abrigos improvisados, sob árvores, campos abertos sem refúgio ou lugares isolados de difícil acesso até mesmo à assistência humanitária.

O número de pessoas famintas e deslocadas no Sudão do Sul é avassalador. A escala impressionante do sofrimento é prova do efeito acumulativo de anos de um estilo de enfrentamento que parece ajustado para aumentar a miséria

Sem comida e sem água, os problemas de saúde entre os refugiados e deslocados não demoram em aparecer. Vivendo em áreas isoladas e de difícil acesso, as pessoas deslocadas em muitos casos só conseguem receber ajuda por meio de lançamentos aéreos. Estes lançamentos representam 70% da nossa entrega de mantimentos.