Filipinas: Reconstrução de vidas na comunidade de Zamboanga

  • Layag-Layag, Zamboanga
    Layag-Layag, Zamboanga
    O cultivo de algas marinhas é a principal fonte de renda para a maioria das famílias em Layag-Layag. Os homens aprendem os segredos da profissão desde muito jovens e os transmitem à seguinte geração. Hussein começou a ajudar o seu pai quando tinha 19 anos. Agora, os seus filhos o ajudam a ganhar o sustento para a sua família unindo-se a ele no mar.
    CC BY-NC-ND / CICV / J. Aznar
  • Layag-Layag, Zamboanga
    Layag-Layag, Zamboanga
    Diferentemente de outras plantações, o cultivo de algas marinhas pode ser feito durante o ano inteiro. O amadurecimento das mudas demora um mês desde a plantação. Nesta foto, um agricultor retira musgos do ligador onde as mudas serão amarradas.
    CC BY-NC-ND / CICV / J. Aznar
  • Layag-Layag, Zamboanga
    Layag-Layag, Zamboanga
    Garrafas de plástico recicladas são utilizadas como bases flutuantes onde fileiras de algas marinhas são amarradas. Os agricultores compram essas garrafas a granel em brechós na cidade.
    CC BY-NC-ND / CICV / J. Aznar
  • Layag-Layag, Zamboanga
    Layag-Layag, Zamboanga
    Um grupo de agricultores jovens de algas marinhas utiliza um compressor que fornece ar enquanto eles mergulham e juntam algas marinhas soltas ou aquelas que se saíram das fileiras. Um deles é Arman Sali, de 25 anos, que começou a usar o compressor quando tinha apenas 13. “Normalmente, um compressor aguenta mais de duas horas debaixo d’água”, explica ele.
    CC BY-NC-ND / CICV / J. Aznar
  • Layag-Layag, Zamboanga
    Layag-Layag, Zamboanga
    Frequentemente, os agricultores de algas marinhas com botes menores vendem a sua colheita para aqueles com botes maiores enquanto estão no mar. Aqueles sem espaço para secarem a sua colheita normalmente vendem a sua produção enquanto ainda está fresca por um valor muito mais baixo.
    CC BY-NC-ND / CICV / J. Aznar
  • Layag-Layag, Zamboanga
    Layag-Layag, Zamboanga
    Na pequena aldeia de Layag-Layag, o cultivo de algas marinhas é um assunto familiar. A plantação e a colheita são tarefas reservadas normalmente para os homens, enquanto as mulheres e crianças ficam em casa preparando as mudas para a plantação amarrando-as em pacotes.
    CC BY-NC-ND / CICV / S. Velasco
  • Layag-Layag, Zamboanga
    Layag-Layag, Zamboanga
    A maioria das famílias tem um pequeno espaço em casa para secar as algas marinhas. Contar com uma área maior para a secagem aumenta significativamente a renda dos agricultores, já que as algas marinhas secas podem ser vendidas a um preço 80% maior do que as frescas.
    CC BY-NC-ND / CICV / J. Aznar
  • Layag-Layag, Zamboanga
    Layag-Layag, Zamboanga
    Localizada no litoral sul da cidade de Zamboanga, Layag-Layag é uma pequena aldeia separada da cidade por uma densa camada de manguezais. As famílias, que pertencem à tribo Tausug, empregam botes para se abastecer de alimentos e água potável no continente.
    CC BY-NC-ND / CICV / J. Aznar
18 julho 2015

Os habitantes da comunidade litorânea de Layag-Layag, na cidade de Zamboanga, dependem do cultivo de algas marinhas para se sustentar. Quando os combates começaram em setembro de 2013, eles estavam entre os primeiros afetados – famílias foram deslocadas e perderam o seu sustento. Para ajudá-los a recomeçar, o CICV apoia a construção de uma secadora comunitária de palafitas alimentada por energia solar por meio de uma atividade de remuneração por trabalhos prestados para os cultivadores de algas marinhas.

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