Rep. Dem. do Congo: estabelecimento de contato entre refugiados do Burundi e familiares

  • Refugiado do Burundi no campo de Lusenda, onde 14 mil pessoas encontraram abrigo, escreve uma Mensagem Cruz Vermelha (mensagem breve escrita à mão com notícias familiares) aos parentes.
    Campo de Lusenda, em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo. © BY-NC-ND / CICV / Alyona.Synenko
  • “Em um dia normal, a mãe pode estar em casa, o pai no campo trabalhando e os filhos na escola. Com a deflagração da violência, porém, todo mundo começa a fugir. É assim que membros da mesma família perdem o contato entre si.”
    “Em um dia normal, a mãe pode estar em casa, o pai no campo trabalhando e os filhos na escola. Com a deflagração da violência, porém, todo mundo começa a fugir. É assim que membros da mesma família perdem o contato entre si.”
    Refugiado realiza pedido de busca da família. O CICV trabalha com as Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha na República Democrática do Congo, Burundi, Ruanda e Tanzânia para ajudar as pessoas a encontrarem os entes queridos.
    Campo de Lusenda, em Kivu do Sul, República Democrática do Congo. © BY-NC-ND / CICV / Alyona.Synenko
  • “Quando as pessoas têm o telefone da família, oferecemos a elas a oportunidade de ligar para os parentes. Mas muitas vezes, após meses na estrada, os números e telefones se perdem. Neste caso, reunimos todas as informações que possam nos ajudar a iniciar a busca pelos familiares desaparecidos.”
    “Quando as pessoas têm o telefone da família, oferecemos a elas a oportunidade de ligar para os parentes. Mas muitas vezes, após meses na estrada, os números e telefones se perdem. Neste caso, reunimos todas as informações que possam nos ajudar a iniciar a busca pelos familiares desaparecidos.”
    Voluntário da República Democrática do Congo faz uma ligação para que estes refugiados possam entrar em contato com a família.
    Campo de Lusenda, Kivu do Sul, República Democrática do Congo. © BY-NC-ND / CICV / Alyona.Synenko
  • Refugiado faz um telefonema aos familiares para que saibam como está.
    Campo de Lusenda, Kivu do Sul, República Democrática do Congo. © BY-NC-ND / CICV / Alyona.Synenko
  • Voluntários da Cruz Vermelha entregam Mensagens Cruz Vermelha no campo.
    Campo de Lusenda, Kivu do Sul, República Democrática do Congo. © BY-NC-ND / CICV / Alyona.Synenko
  • “As pessoas podem ter comida e abrigo. Mas não saber o que aconteceu com os entes queridos. Isso pode ser desesperador.”
    “As pessoas podem ter comida e abrigo. Mas não saber o que aconteceu com os entes queridos. Isso pode ser desesperador.”
    Refugiados leem as respostas dos seus parentes às Mensagens Cruz Vermelha que enviaram.
    Campo de Lusenda, Kivu do Sul, República Democrática do Congo. © BY-NC-ND / CICV / Alyona.Synenko
  • Refugiados leem as respostas dos seus parentes às Mensagens Cruz Vermelha que enviaram. Para alguns, esta é a única maneira de manter contato com os entes queridos.
    Campo de Lusenda, Kivu do Sul, República Democrática do Congo. © BY-NC-ND / CICV / Alyona.Synenko
11 abril 2016

A crise no Burundi obrigou milhares de pessoas a fugirem para os vizinhos Ruanda, Tanzânia e República Democrática do Condo (RDC). Em meio ao tumulto, muitos perderam o rastro dos entes queridos e estão desesperados para saber o que aconteceu com eles. Nessas circunstâncias difíceis, crianças ficaram sem a proteção dos pais no momento em que mais necessitam. Cerca de 14 mil refugiados do Burundi vivem agora no campo de Lusenda, na província de Kivu do Sul, no leste da RDC. O CICV e a Cruz Vermelha trabalham no campo para ajudar os moradores a buscarem os entes queridos e a restabelecer o contato com eles.

 

 

 

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