Vozes da guerra 2016

05 dezembro 2016
Vozes da guerra 2016

Entre junho e setembro de 2016, mais de 17 mil pessoas em 16 países foram entrevistadas sobre o seu ponto de vista sobre vários temas relacionados à guerra na pesquisa "Vozes da Guerra". Os resultados são alarmantes.

 Perguntamos às pessoas que vivem em países afetados por conflitos armados se elas acreditam que as normas da guerra têm importância. Elas responderam que sim. Mais de dois terços das pessoas que vivem nesses países, assim como as que vivem em países que são membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e na Suíça, acreditam que faz sentido impor os limites em como os combates são realizados. Quase metade das pessoas entrevistadas nos países afetados por conflitos acreditam que as Convenções de Genebra impedem que as consequências sejam piores. Mas também percebemos que as pessoas estão se tornando mais resignadas às mortes dos civis, acreditando que são inevitáveis.

Não existe uma conexão entre a opinião pública e as políticas e ações dos Estados e grupos armados. As violações das normas da guerra – incluindo o ataque contra os civis, trabalhadores humanitários e hospitais – continuam. Além disso, a pesquisa mostra claramente que a maioria das pessoas entende que essas práticas são erradas e que os civis e os profissionais e estabelecimentos de assistência à saúde devem ser protegidos.

Leia relatório completo

 

Saiba mais sobre as normas da guerra

 

Vozes da Guerra 2016 - Relatório completo

Vozes da Guerra 2016 - Resumo do Relatório

Vozes da Guerra 2016 - Mapa dos países que participaram da pesquisa

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